Gratidão, esperança e muita fé são os sentimentos que me envolvem ao iniciarmos mais um ano de lutas e vitórias.

           Conviver com vocês é muito gratificante, não só porque aprendo, mas também porque tenho a oportunidade de repassar valores cristãos e humanos a todos quantos são receptivos aos nossos ensinamentos.

           Esses anos de convivência com crianças e adolescentes ensinaram-me a conhecê-los  melhor e, estou certa, vocês cresceram também, sobretudo em graça e sabedoria diante de Deus e de todos os seus familiares e amigos.

           Não se pode esquecer, porém, os graves e difíceis problemas a serem enfrentados por quem trabalha na educação hoje. Eduardo Viana Júnior assim se expressou: “O mundo e o Brasil mudaram. A educação e a família também. O ser humano tem passado por profundas transformações nos últimos tempos.”

           Com a democratização do ensino – ESCOLA PARA TODOS-, a educação no Brasil enfrenta o grande problema da falta de qualidade. O diferencial da escola particular está na parceria responsável entre a instituição de ensino e a família – cujos pais devem assumir, junto com escola, o compromisso de manter sua sustentabilidade, meta indispensável para a continuidade do processo educacional, pautado na seriedade e no compromisso de formar cidadãos realmente capazes de contribuir para o aperfeiçoamento desse processo de transformação e mudanças significativas.
O processo de transformação e mudanças significativas não está apenas em preparar para o vestibular ou em formar técnicos para competirem no mercado de trabalho.

           Deve-se construir cidadãos e prepará-los politicamente, repassar noções de justiça e conscientizar o estudante da importância  de seu papel na sociedade, como agente de direitos e deveres.

           Educar para a cidadania – aqui entendida como  o conjunto de direitos e deveres de um indivíduo no processo democrático – é preparar o aluno para participar de forma crítica, reflexiva e emancipadora no mundo globalizado.

           O processo educativo deve não só criar condições para uma ação transformadora, mas também capacitar a comunidade educativa na prática de responsabilidade social, educação ambiental e cidadania e, assim, torná-la multiplicadora de ações cidadãos no cotidiano da escola e construtora de uma sociedade mais justa e igualitária.

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